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Ações integradas que visam contribuir para identificação, fortalecimento e divulgação de grupos e instituições que trabalham com arte e cultura, envolvendo jovens brasileiros,
com foco na transformação social.
Mapeamento de Experiências Sociais
com Arte e Cultura

O Mapeamento de Experiências Sociais com Arte e Cultura é uma metodologia de pesquisa que tem por objetivo principal identificar e registrar num banco de dados, informações sobre ações voltadas ou lideradas por jovens promovidas por grupos e organizações que tenham por foco a transformação social através da arte e da cultura.

Esta metodologia está centrada na formação de uma equipe local, composta por profissionais e por jovens moradores do estado mapeado, capacitados para realizar o trabalho de campo da pesquisa. Os pesquisadores são selecionados entre jovens indicados por organizações que trabalham com juventude no estado e devem ter um perfil comunicativo, empreendedor e estar envolvido em ações com arte e cultura nas comunidades.

A partir de parcerias com organizações locais, é viabilizada a infraestrutura de trabalho para a equipe de pesquisadores e seus coordenadores locais: computadores ligados à internet e telefones.

O mapeamento foi iniciado em outubro de 2005 com um projeto piloto no estado de Pernambuco. Durante o ano de 2006, a pesquisa foi realizada nos demais estados da região Nordeste e, em abril de 2007, as experiências mapeadas foram integradas ao Banco de Experiências Sociais com Arte e Cultura.

O objetivo é expandir este mapeamento para todo o Brasil e tornar o banco de dados uma referência nacional sobre essas iniciativas, contribuindo para sua visibilidade e para a formação de redes de colaboração intra e inter regionais.

Clique aqui para saber sobre os mapeamentos realizados

Metodologia

O Mapeamento funciona em um fluxo que obedece a seguinte ordem: o jovem pesquisador, com o apoio do coordenador de cada equipe, recebe uma lista com grupos e organizações pré-identificados pelo CEPP e que são potenciais participantes da pesquisa. Com esses dados, inicia a checagem dos contatos e informações de cada um e aproveita para apresentar a pesquisa. Ao mesmo tempo, os jovens têm o desafio de descobrir outras iniciativas, com base em suas redes de relacionamentos e pesquisas na internet.

A partir do primeiro contato, os pesquisadores enviam um questionário detalhado com informações sobre a organização e seus projetos (onde atua, participantes, perfil de financiadores, articulações e parcerias, intercâmbios e resultados). É tarefa deles também acompanhar o retorno dessa coleta e contatar novamente aqueles que não responderam, incentivando a aderir à pesquisa. Com os formulários recebidos, verificam se as informações estão completas e corretas. A próxima etapa é agradecer a participação de cada grupo e incluir essas informações em um banco de dados.

Os coordenadores locais têm a função principal de apoiar presencialmente a equipe de jovens e também na realização dos contatos com grupos e organizações do Estado. Faz ainda o acompanhamento das listas de cada componente da equipe e organiza relatórios semanais para a Coordenação do CEPP.

Ao final do trabalho, os dados são extraídos e analisados pela equipe do CEPP e os projetos passam a integrar o Banco de Experiências Sociais com Arte e Cultura.

Clique aqui para ver o diagrama da metodologia